sábado, 14 de janeiro de 2012

Alergia alimentar atinge 5% da população e pode ser hereditária


A alergia alimentar é considerada uma patologia comum, que atinge 5% dos brasileiros, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). A doença pode ser hereditária e o indicado, segundo o médico alergologista Mitsuji Seki, é fazer um teste para detectar quais tipos de alimento causam a reação.
Como não existe cura, a melhor saída é mesmo evitar o contato com os alimentos. Porém, tem gente que descobre da pior forma possível.
"O paciente ingere e vai manifestar o quadro, que pode ser leve ou drástico, com risco de vida. Os casos mais graves acometem os sistemas respiratório e gástrico e pode culminar na morte, que é o que chamamos de choque anafilático", alerta.
A publicitária Marília Murgo descobriu que era alérgica aos 4 anos, em uma viagem à praia. A família foi a um restaurante e comeu uma porção de peixe. A partir daí, as primeiras reações apareceram.
"Foi imediato. A língua começou a formigar, a garganta coçava. A princípio, meus pais acharam que eu havia engasgado. Ao perceberem, já me levaram ao hospital para que eu tomasse medicamento", relembra.
Posteriormente, ela descobriu que tinha alergia também a frutos do mar. Para alergia atacar, ela não precisava ingerir este tipo de alimentos, bastava o simples contato.
"Passei por situações em que eu inalei o vapor de uma porção e isso deformou o rosto, inchou o céu da boca, tive que correr para o hospital. Houve casos também de a pessoa estar fritando um fruto do mar ou do rio, relar em mim e ficar a marca do dedo da pessoa no meu braço. Eu não posso ter contato nenhum", conta.
Por : Tv Fronteira

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